Mijaram de porta aberta!
No post de ontem, ainda não havia circulado o vídeo onde Bosco simula ter sido atingido por uma pilha. Esse flagrante da "esperteza" do reserva do goleiro de hóquei acaba sendo definitivo para concluir que, de fato, estava mal-intencionado desde o início, e veio determinado a criar tumulto com o objetivo de desqualificar o Palestra Italia.
Vamos à seqüência dos fatos que escancara a campanha sistemática contra o Palestra:
1) o titular, o goleiro de hóquei, insiste em levantar suspeitas sobre a segurança do Palestra durante a semana, em declarações levianas e sem qualquer base técnica;
2) no primeiro tempo, o reserva, o inexpressivo Bosco, insistentemente soca o símbolo do Palmeiras no acrílico do banco de reservas em frente à numerada, provocando os torcedores;
3) no segundo tempo, no aquecimento, cospe no grande distintivo, levando os torcedores da ferradura a um estado de fúria;
4) ao final do jogo, pega uma pilha (que se não foi ele mesmo que jogou, deve ter sido o Hulk, afinal, ela estava no meio do campo) do chão, e finge ter sido atingido. A desculpa de que ele estava "arrumando o cabelo" não poderia ter sido mais bambi (veja o vídeo abaixo);
5) a cereja no bolo foi a história mentirosa de que, a caminho do ônibus, teria sido perseguido por 15 torcedores, chutado por trás, "bambiou mas não caiu" (puuutz, de novo?), e o chute que levou por trás teria lhe causado um esfolado no joelho, que tinha até casquinha. O detalhe é que quem conhece um pouco só do Palestra sabe que a Polícia sempre isola o caminho dos jogadores ao ônibus, que não passa de 30 metros, e é impossível alguém tentar algo desse tipo.
É de impressionar como parte da imprensa, ingenuamente, comprou essa história direitinho, e desandou a falar besteiras. Entre eles, o ex-palmeirense PVC, e até o Antero Greco a quem eu tinha em grande conta. Óbvio, os mal-intencionados de sempre é que não iam deixar isso passar. Mas até os bons? Nem se deram ao trabalho de checar, desprezaram o fato de não haver nenhuma testemunha! Condenaram sumariamente!
Esse Bosco, goleiro reserva, a quem pouco importa ser suspenso ou não porque não joga mesmo, seria a pessoa exata para ser o pivô de tudo. Quem o escolheu para fazer isso, escolheu bem. A farsa vem de alguém que vem da mesma escola de Rojas, aquele que enquanto era goleiro bambi em 1989 chegou a cortar a própria cara no Maracanã para simular ter sido atingido porum sinalizador. E o sujeito ainda alegou estar arrumando o cabelo. Porra!
Toda a seqüência, desde as declarações pré-jogo, passando pelas deliberadas provocações, culminando com duas farsas do mesmo jogador, deixam clara a má intenção, e que ela é premeditada, e que ela vem de cima. Some-se a isso mais um roubo descarado da arbitragem. Não dá mais. O copo transbordou.
Cabe à diretoria do Palmeiras declarar guerra, nada mais. A diplomacia perdeu o sentido. E em guerra vale tudo. Está na hora do nosso presidente, e dos nossos diretores mostrarem realmente que estão dispostos a tudo para defender e honrar o nome da Sociedade Esportiva Palmeiras. Esses ordinários entraram em nossa casa, e dessa vez mijaram de porta aberta mesmo. A humilhação que nossa torcida está passando não pode ficar barato.
(abaixo, vídeo da farsa de Bosco)






















